André Moreira: "Cheesecake" tem algo indescritível que a
torna tão agradável aos meus ouvidos. A par de Israel e da Hungria é a minha
preferida. Estou muito feliz pela aposta Bielorrussa... cheia de Groove e a
fazer lembrar um sucesso de Robin Thicke! Teo tem uma voz muito bem colocada,
tem muito charme, atitude e carisma! Infelizmente falamos da Bielorrússia que
poderá ser prejudicada por ser exatamente a Bielorrússia. Gostava imenso de ver
este país a classificar-se para a final (acreditando que irá acontecer) e
gostaria imenso de ver isto no TOP 10! É de longe merecedora de tal. A energia,
o groove e as "good vibes" tornam este tema em algo que realmente
cativa o espectador.
12
pontos
Eurico Alves: De longe uma das piores canções do ano… É que até
mesmo dentro deste género musical consegue ser fraquinha…Ainda assim, numa semi-final
tão fraca, é provável que passe.
1 ponto
Fabiana Silva: Belarus vem com uma música que você ama ou que você
odeia: não há meio termo com o "Cheesecake" de Teo. Sinto falta do
Google Maps, mas ainda acho que essa é uma das letras mais criativas da edição
(junto com a Polônia e a Letônia). O cantor é bem divertido: suas caras, bocas
e dancinhas são um show à parte e ele ilumina o palco com sua presença. Como
pontos negativos, ressalto que a parte vocal tem várias pequenas falhas e a
pronúncia em inglês é triste de se ouvir. A falta de países da ex-União
Soviética para apoiá-los e a recepção não tão calorosa por parte do público
tornarão a ida à final bem complicada.
7 pontos
João Diogo: Não gosto da proposta bielorrussa deste ano. Não tem
conteúdo nenhum, a melodia é linear, o Teo passa praticamente a música a
falar…do fim de uma relação que por alguma razão tem uma ligação com
cheesecake. Vá-se lá perceber isto.
1 ponto
Nelson Costa: Yuriy Vaschuk, aka
TEO, canta um tema simples que vem
contrariar os temas opulentos e exuberantes apresentados pelo seu país nas
últimas edições da Eurovisão. Uma
canção que não traz nada de novo ao evento, apesar da simpatia do intérprete,
que não chega…
2 pontos
Patrícia Gargaté: A música tem um bom feeling e penso que pode
resultar. Já vi a Bielorrússia ficar para trás com canções melhores (ex. 2009),
mas desejo que passe à final! Uma lufada de ar fresco no meio de tanta coisa má
e pesada!
10 pontos
Paulo Morais: Um aplauso para este país, e então não é que depois
de tantos anos a fazerem autênticas sagas noveleiras com as suas escolhas, este
ano foi logo à primeira e sem mudarem a canção?! O que se passa? Será que o
Lukashenko gostou à primeira? Estaria este país ocupado com um possível
regresso à Rússia? Ou levam mais a sério a democracia? Bem, o que sei é que
fizeram bem, gosto da sua aposta, os bielorrussos não vão ser mal
representados. O carisma e a dança do cantor são uma mais valia a este
Cheesecake.
8 pontos
Pedro Sá: Antes de
mais deveria ser simplesmente PROIBIDO por razões ABSOLUTAMENTE ÓBVIAS que a
BIELORRÚSSIA fosse representada por homens. Depois…isto é terrível.
0 pontos
Rogério Berrucho: Quando “Cheesecake”, de Teo, foi escolhida achei-a de
facto muito estranha, nem gostava muito, mas pensei: “Bem, o Governo
Bielorrusso vai mudá-la!”; mas não mudou e ainda bem. Não é uma obra-prima, mas
vamo-nos habituando a ela e até se torna divertida e Teo tira partido da canção
para brilhar e complementa-a como a música o complementa a ele.
6 pontos
Sânio Silva: Sem dúvidas, essa é uma das piores canções do ano.
Para começar, Teo não sabe se portar no palco. Ele parece perdido, se
movimentando de um lado ao outro, completamente aleatório. “Cheesecake” é uma
composição fraca, com letra de extremo mal gosto, e só conseguirá se
classificar contando com apoio de vizinhos e com o mal gosto de alguns jurados.
1 ponto
Total: 48 pontos