Estónia
Intérprete(s): Victor Crone
Tema: Storm



Adão Nogueira - A proposta deste ano da Estónia apesar de ficar no ouvido e ser agradável não nos apresenta nada de novo. Uma música pop ao estilo sueco, a sua mais valia acaba por ser o intérprete que com o seu carisma, presença e capacidade vocal cativam a atenção do espetador. Conseguindo uma boa prestação como na final nacional poderá muito bem ser um dos finalistas.

6 pontos

Diogo Maurício - A canção da Estónia é uma espécie de pop dançante, de estilo americano e com uma mistura estereotipada de música eletrónica do estilo David Guetta e Tiësto. No geral, o senhor Victor está a tentar criar um cenário de um verdadeiro Tomorrowland através de uma canção que tem uma “tempestade” no nome, mas com as típicas declarações de amor e a história de fugir de uma tempestade que simboliza os erros que cometeu em vida e a prometer que nunca mais voltaria a cometê-los. Parece mais uma sequela ou um rip-off lamechas de “Amar pelos Dois”, mas tem potencial!

7 pontos

Fábio Ventura - “Storm” não foi a minha favorita da seleção nacional estoniana. Ainda que os vocais do Victor Crone e a respetiva performance sejam bastante bons, a canção em si acaba por cair na banalidade daquilo que tantas vezes ouvimos na rádio – tem, à semelhança da canção finlandesa, algumas vibes de David Guetta. Espero sempre que a canção cresça em algum momento mas não parece sair do mesmo sítio e está muito presente a tal sensação de familiaridade. Também a própria letra torna-se medíocre e “barata”, e é no refrão que tal se torna mais percetível (“storm like this” com “man like this”). Nota positiva para algumas partes do instrumental, onde há as transições muito bem conseguidas entre a guitarra acústica e os sintetizadores eletrónicos. Pessoalmente, julgo que há lugar na Final para esta entrada mas seria um dos últimos.

5 pontos

Fernando Pereira - Pop fresco e inovador, voz de arrepiar, apoteose em palco, letra fácil de acompanhar e melodiosa. No meu top 5 desta semi, mas, olhando para o panorama da semi, e mais concretamente da segunda parte vai ser complicado. Creio que passa, é um alivio para quem não gosta de excentricidades, mas ali no “vai, não vai”... Imagino ao vivo, com um arranjo de palco brutal... 10 pontos.

10 pontos

Jefferson Macaronel - Desde que acompanho o Eesti Laul (comecei assistir a final nacional em 2016) nunca havia visto um lote tão fraco. O vencedor não tem força. Storm fica no ouvido, é um pop sueco bem forte e tem origem na música eletrônica. Porém, se perde na ordem da semifinal. Parece uma cópia de Avicii. Gostei de Victor ao vivo, ele é um bom cantor mas acredito que a final será improvável. 

7 pontos

Luís Florindo - Se a Estónia se apresentar na Eurovisão como na final nacional estamos na presença de uma das apostas mais interessantes do ponto de vista visual. A canção em si é um uptempo sem grande criatividade. Esta ganha pelo facto de levar mais longe a incorporação de gráficos durante a atuação. Tal como aconteceu no ano passado mas envolvendo o cantor.   

4 pontos

Manuel Farinha - Devo dizer que a título pessoal gosto particularmente desta música, que considero uma música bonita, destacando o facto de o intérprete começar a sua atuação a tocar o seu “instrumento” e depois pela presença de uma presença feminina em palco (backsinger?), bem pensado sem dúvida! Relativamente ao prognóstico de um resultado, vai ser apertado par a Estónia, e é de convir que quem decidiu coloca-la a atuar na semifinal entre as candidaturas de Islândia e Portugal não foi muito simpático.

8 pontos

Nuno Carrilho - Foi um dos meus favoritos da final nacional da Estónia e continua a ser uma das canções que mais gosto da edição deste ano. Um tema comercial e um tanto viciante, que poderá ganhar fôlego com a atuação em palco... ou então perder totalmente todas as hipóteses de apuramento (Greta Salomé, estás ai?).  É, na minha opinião, uma das maiores incógnitas da semifinal e apenas uma coisa está certa: não repetirá o lugar da Estónia em Lisboa. Contudo, para mim, seria finalista.

7 pontos

Pedro Coelho - Aqui temos uma boa proposta mais virada para o comercial e aquela canção que ouvimos na radio mil vezes. A nível vocal está excelente mas a canção não atinge aquele clímax final. Acredito a passagem a final, mas na final vai ser mais uma. Boa sorte Estónia.

6 pontos

Total dos 35 comentadores: 183 pontos

Ver pontuações na íntegra AQUI

1 comentário(s):

  1. Ele interroga-se se vale a pena continuar a lutar para manter uma relação e qual o sentido do que já ficou para trás. Por outro lado debate-se com a dúvida se não poderá estar errado nas razões que encontra e que provocam confrontos. Estas tempestades infindáveis de núvens muito negras deixam um homem arrasado diz ele, mas ao mesmo tempo ele sabe que depois da tempestade vem a temperança e das cicatrizes que possam ficar não interessa então falar. Como se vê estamos perante mais um tema rebuscado de amor intenso à beira de uma ruptura mas que se vai aguentando com um vendaval de esperança. Victor Crone tem boa pinta, canta razoàvelmente bem mas a música não é muito agradável aos meus ouvidos.
    Atribuo 2 pontos.

    ResponderEliminar

Especiais em Destaque

 
Top