Reino Unido
Intérprete(s): Michael Rice
Tema: Bigger Than Us


Bruno Roque - Um dos países com maior produção musical na Europa a trazer uma canção que nem é feita totalmente por eles – Shame! Não era a minha preferida da seleção do Reino Unido e este Bigger Than Us é uma canção com um estilo que me aborrece um pouco. A estrutura da canção é banal, não surpreende. Mas o Michael defende-a muito bem. A classificação final do Reino Unido não deve mudar muito da do ano passado.

3 pontos

Cláudio Rodrigues - Nunca morri de amores por esta música, mas era a segunda melhor a concurso no You Decide (atras da Anisa). O Michael Rice parece ter uma voz segura, mas pouco mais que isso. O instrumental é genérico demais (sempre com aquela sensação que já ouvimos estes acordes algures), a apresentação é despida (pelo menos foi no YD) e tenho a impressão que desta vez escapará ao bottom 5, mas não conseguirá a posição da Lucie Jones em Kiev. Veremos se os espetadores não metem a política na Eurovisão e se não vão penalizar o UK por causa da situação corrente em que a Europa política se encontra.

3 pontos

Diogo Mota - "Bigger Than Us" não é uma canção que me caia particularmente bem. Contrariamente a mais de 95% das pessoas, claramente prefiro a versão de estúdio à ao vivo. Acho o intérprete expressivo demais, tornando-se, por vezes, digamos, histérico, apesar da ótima técnica e tessitura vocal que detém. Acho que a canção nada memorável e muito cliché. Sinceramente, não sou fã!

1 ponto

João Faria - O Reino Unido traz-nos uma das composições mais desinspiradas deste ano. A canção de coautoria sueca é a prova viva de que nem sempre os escandinavos acertam. Estamos perante uma balada sem grande história, sendo que o único aspeto positivo que consigo destacar desta canção é a interpretação de Michael Rice. O intérprete oferece-nos uma performance vocal de elevada qualidade, cheia de nuances e toques muito agradáveis. Não prevejo grande classificação para este país, principalmente tendo em conta o seu historial recente com uma canção do mesmo género, pelo que veremos certamente o Reino Unido do lado direito da tabela.

5 pontos

Márcio Oliveira - O Reino Unido tem um representante com bons vocais, uma melodia bastante interessante … mas acho que é mais do mesmo. Acho que está na hora do Reino Unido apostar em algo diferente e deixar-se de baladas ano após ano.

3 pontos

Pedro Fernandes - O Reino Unido é outro daqueles países que teria todas as condições e mais algumas para ser dos mais competitivos na Eurovisão mas, lamentavelmente, parece haver um desinteresse generalizado por este concurso nas terras de sua majestade. Ainda assim, “Bigger Than Us” é uma balada bastante interessante e acredito que o Reino Unido possa alcançar algo de positivo em Telavive, nem que seja fugir aos últimos lugares. Não prevejo um grande sucesso para além disso. Não é um tema que envergonhe.

4 pontos

Ricardo Dias - Os britânicos são um dos Big5 que terem algo musicalmente que justifique a sua presença permanente na Grande Final é coisa rara. Este ano tem a particularidade de uma “ligação estreita” aos suecos, já que o intérprete sueco deste ano é também um dos compositores e letristas da canção. Houve rumores que esta proposta seria para o Melodifestivalen. Desconfio que fosse John Ludvik a interpretar isto na Suécia e não ganhava a final de lá. Mas centrando na proposta britânica, que apesar de bem defendida por Michael Rice, mais uma vez o Reino Unido desperdiça o seu valioso posto de Big5, que aliás este ano leva muitos "big" na canção, só que não passa de uma "little" canção, a qual levará mais uma vez os britânicos para o bottom.  

3 pontos

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1 comentário(s):

  1. O romantismo volta a marcar presença nesta edição do eurofestival e vai obrigar toda a gente a escutar mais um cortejo de palavras de apelo ao bom entendimento entre dois pombinhos para juntos arrulharem e voarem no mesmo universo pegadiço.
    Nos versos encontramos muitos chavões a começar pelo próprio título, Bigger Than Us, o andamento musical tem uma formatação que todos já conhecemos, o princípio lento e piano, para pouco depois subir de tom para melhor se ouvir que não é possível escapar a este fenómeno que veio para ficar. Boa voz para uma interpretação pouco comovente que eu premeio com 1 ponto.

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