Hungria
Intérprete(s): Joci Papai
Tema: Az én apám



Bruno Roque - É inevitável comparar esta “Az Én Apám” com a “Origo” que levou a Kiev em 2017, e apesar de gostar mais da canção que defendeu há dois anos, esta mantém um pequeno toque étnico, quer pelos sons quer pela interpretação do Pápai Joci.  É uma balada que soa bem e relaxa – com tudo de bom e de mau que pode vir daí. O húngaro não é uma língua que me pareça muito melodiosa, mas mesmo assim sabe bem ouvir nesta canção uma das coisas que melhor caracteriza um povo: a sua língua. Gostava que esta canção surpreendesse muitos e se apurasse para a final, mas vai ser difícil.

6 pontos

Cláudio Rodrigues - Joci Papai esta de volta, apenas dois anos depois de ter dado a Hungria a melhor posição no ESC desde 2014. Apesar de ter dado mais dois pontos a Az en apam em relação a Origo, gosto mais da última, e a comparação ao passado fica por aqui. Apesar da voz ternurenta, com um instrumental que é agradável, a Hungria tem sido desvalorizada no meio dos fans eurovisivos. Ao contrário do que se pensa, a passagem a final é certa, batendo um recorde absoluto: a Hungria qualificar-se-á pela nona vez consecutiva (eu não sei de outro país com tal prestação). Podemos esperar uma prestação segura do Joci e dos votos da Europa Central. Só mais uma coisa: kudos para cantarem em húngaro pelo terceiro ano consecutivo!

8 pontos

Diogo Mota - Ao contrário de grande parte das pessoas, não considero que esta entrada fique atrás de "Origo" (Hungria 2017) do mesmo cantor. Na minha opinião, esta canção entra muito mais facilmente na cabeça, sendo também mais memorável. Não penso que a qualidade vocal ao vivo venha a ser um problema. A minha pontuação alta deve-se igualmente ao facto de esta canção apresentar uma vertente étnica bastante interessante, que a faz destacar das demais.

7 pontos

Diogo Quintais - Apesar de “Az én apám” não ser tão memorável como “Origo”, penso que a canção escolhida pelo húngaros este ano tem um tom de nostalgia durante os 3 minutos desta canção que fazem de "Az én apám" uma grande canção. A mim, esta canção, faz-me lembrar certas canções de animes que existem mesmo só para nos emocionar numa cena dramática. No entanto, falta-lhe algo para chegar ao ponto especial que é necessário tanto para chegar à final como vencer a competição! O mais provável é não ter grande impacto em Israel e não passar da Semifinal.

8 pontos

João Duarte - Ao escutar a proposta húngara é impossível não compará-la com a canção de 2017 e ao fazer esta comparação… a minha opinião é negativa. Não deixa de ser uma boa proposta, é ótimo ver que a Hungria continua a apostar na sua língua materna. Penso que o Joci irá mais uma vez à grande final do evento.

4 pontos

João Faria - Antes de mais, devo dizer que nunca fui grande apreciador de “Origo”, enquanto composição musical. O que efetivamente aprecio é a voz de Joci Pápai e a sua forma tão peculiar de interpretar as canções. Posto isto, a canção que nos traz no seu regresso é uma boa balada, embora aquilo que se destaque seja a sua voz e o seu estilo. É uma canção que causa menos impacto que a de 2017, daí que também seja menos memorável. Contudo, julgo que é uma aposta algo segura da Hungria na medida em que é uma canção que facilmente agradará ao júri e terá sempre algum apoio do televoto. Desta forma, penso que será um dos qualificados para a final, embora acredite que o resultado fique muito aquém do obtido em 2017. 

6 pontos

Márcio Oliveira - A Hungria é um dos países que voltou a apostar em cantar na sua língua oficial: só por isso está a jogar pela diferença. Temos um repetente nestas andanças,  mas a Hungria leva para a competição uma proposta completamente diferente da apresentada no ano passado. A música tem uma mensagem muito boa, os vocais são bons, acho que pode chegar longe na competição.

8 pontos

Pedro Fernandes - Regresso mais fraco do que a sua participação em 2017. Contudo, devo parabenizar o facto da Hungria se fazer representar na sua língua pelo 3.º ano consecutivo. Lamentavelmente creio que não teremos este tema na Final, mas também não meto as minhas mãos no fogo em como isso não vai acontecer.

3 pontos

Ricardo Dias - Um dos repetentes deste ano, Joci Pápai volta dois anos depois a ganhar A Dal e por isso pisa de novo o palco eurovisivo. Pápai trouxe em 2017 música étnica com muita classe cénica e esplendor, desta vez acho uma proposta inferior, mais ao jeito da moda deste ano de balada, uma proposta mais calma mas que ainda assim os sons e a cultura própria estão lá. Apesar disso, a Hungria conquistará seu lugar na Grande Final ficando talvez ali a meio da tabela.

10 pontos

Total dos 35 comentadores: 230 pontos
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1 comentário(s):

  1. Uma canção de saudade e evocação interpretada com muito sentimento e com um poema tão lindo que me levou às lágrimas, logo eu que sou tão insensível às vezes. Só por isso devia dar-lhe 0 pontos, mas não vou castigar o Joci que ele não merece. Dito isto, atribuo-lhe 12 pontos.

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