Intérprete(s): Joana Barra Vaz
Tema: Anda Estragar-me os Planos



Adão Nogueira - Tudo nesta canção me soa um bocado estranho, não sei se pela interpretação ou o instrumental. Com uma letra bem construída poderia ter-se saído melhor se a prestação da Joana ajudasse. Parecia estar a dormir no palco e por vezes mal se percebia o que cantava.

2 pontos

Cátia Azevedo - Esta é daquelas que teria TUDO para me conquistar à primeira, mas a voz não faz grande jus. Acredito que, com outra intérprete, a canção ganhasse outra vida.

3 pontos

Fabiana Silva - Precisei ouvir a canção de Joana pelo menos umas seis vezes para conseguir escrever essas poucas linhas. Assim que a apresentação terminava, eu já tinha esquecido de tudo o que tinha visto / ouvido e tinha que apertar o play novamente. "Anda Estragar-me os Planos" coisas que me agradam muito e coisas que eu acredito que poderiam ser melhores. Gosto da voz grave, mas suave, da intérprete, da forma como ela canta macio, da presença dos instrumentos de corda no instrumental... mas o que não gosto é o fato dela ter um arranjo plano, sem nenhum clímax. Isso fez com que todas as características positivas fossem praticamente anuladas.

3 pontos

Francisco Branco - Penso que a atuação não fez de todo jus à composição. Gostei da linha melódica criada pela Francisca Cortesão e Afonso Cabral, e agarrou-me logo na primeira audição. O instrumental é lindíssimo e faz-me sonhar. Nota positiva também para a letra. No entanto, a prestação em palco ficou um pouco estranha e creio que falta presença à Joana Barra Vaz. Ainda assim, considero justa a sua passagem à grande final.

7 pontos

Gonçalo Vieira - Para mim, a surpresa da noite e digna do efeito "Márcia 2017". Uma canção que à primeira audição pouco me disse, após a segunda e terceira audição conseguiu conquistar-me! Uma letra fantástica com um instrumental bastante simples mas peculiar ao mesmo tempo. A intérprete esteve à altura da canção, mas há que corrigir a postura em palco e enquadramento com as câmaras. Foi uma excelente surpresa! 

10 pontos

Hugo Sepúlveda - Esta era uma das que pensava que não ia chegar à final, fiquei surpreendido! 'Anda Estragar-me os Planos' é uma das que traz um misto de sentimentos. Não adoro, mas ao mesmo tempo gosto e também não me deixa indiferente de todo. Gosto da letra e do conceito da canção, ainda que o verso “faz-me esquecer que amanhã vou trabalhar” tenha a sua piada. Penso que a atuação em si carrega uma melancolia e em tudo contribuiu para tal, desde o staging à voz de Joana Vaz. Lá está, não posso dizer que adoro, mas até fico contente que tenha conseguido passar. Talvez seja mais convincente na final. 

6 pontos

João Diogo - Esta canção passou-me completamente ao lado, tanto nos excertos como na semifinal. Apesar de não achar que é uma má canção, simplesmente fica completamente perdida no conjunto. E se fica perdida numa semifinal do Festival da Canção imaginem na Eurovisão.

2 pontos

João Duarte - Para mim foi, sem dúvida, a grande surpresa da noite. Quando apenas se conhecia os excertos quase ninguém dava nada por esta proposta, mas os três minutos revelaram-se uma verdadeira obra de arte. Depois de um início muito simples, a canção cresce de uma forma incrível apresentando-nos um instrumental maravilhoso a fazer lembrar grandes músicas dos Balcãs que já ouvimos na Eurovisão em anos anteriores. Gostava apenas que, na final, a Joana apresentasse mais algum carisma e que a cenografia fosse melhorada; se isso acontecer, com certeza vamos ter um grande momento televisivo.

8 pontos

Nelson Costa - Uma das mais belas melodias a concurso. Letra com sentido seguro. Uma canção que fica na memória. Um arranjo de cordas lindíssimo. “Anda Estragar-me Os Planos” é uma canção que já está na minha playlist de canções introspetivas, bem escritas e musicadas. Assumo, até, que se trata de uma das melhores composições de sempre de Francisca Cortesão, devendo por isso merecer um lugar de destaque nos seus concertos. Fiquei com muita vontade de a ver ao vivo em breve! A canção é, pois, muito interessante e acredito que vá criar uma boa atmosfera em Guimarães, se a RTP trabalhar bem a cenografia. Aliás, esta é daquelas canções que ganharia muito com um bom trabalho de palco e de câmaras. Joana Barra Vaz foi uma feliz revelação deste festival; espero que ganhe asas a partir de agora. Ficou a faltar a presença de vozes de apoio para dar mais corpo à interpretação, sobretudo na parte final do tema.

10 pontos

Nuno Carrilho - Pessoalmente, foi uma das maiores surpresas da noite. Uma letra excelente, uns arranjos perfeitos... foram três minutos mágicos. Faltou confiança à Joana Barra Vaz durante a atuação, mas acho que tem tudo para brilhar em Guimarães. Não estará na corrida pela vitória no Final, mas entra diretamente para a lista de melhores canções da edição.

10 pontos

Nuno Reis Conceição - Música muito bonita e distinta das demais; a letra é inteligente, constituindo um bonito poema. Quanto à interpretação, temos uma voz muito interessante numa interpretação sólida. Foi diretamente para o Top das minhas preferências – é caso para dizer que foi “amor à primeira audição” e, como tal, recebe o meu segundo (em três) naipe de 12 pontos.

12 pontos

Patrícia Gargaté - Temos uma mania de ser simplezinhos nas apresentações que chega a meter raiva. A Joana tinha ali uma hipótese tremenda de cantar a alto e bom som mas segue sempre uma linha muito calma, sem a explosão que o instrumental pede. A apresentação em palco também poderia ser melhorada a infitino porcento. Desta forma iria destacar-se tanto mas tanto... ficou por isto. 

5 pontos

Pedro Coelho - Quem não quer alguém que aparece para partir a rotina, fazer esquecer compromissos e nos fazer acreditar que somos capazes de tudo? Joana Barra Vaz canta-nos, com uma voz que tem vida e gente dentro, uma música que tem umas cordas lindas e que é um belo calmante para uma manhã que queremos que comece melhor. O palco está demasiado vazio, contudo. E, não querendo repetir muito a palavra 'planos', são de evitar os mais alargados.

6 pontos

Pedro Fernandes - A grande surpresa da noite . A versão estúdio não fazia, de todo, jus à excelente composição que é esta canção. Os arranjos… o deixar o instrumental “respirar”… tudo coisas que adoro ver numa canção. O ponto mais fraco foi mesmo a postura estranha durante toda a atuação. Não consegui denotar qualquer expressão da intérprete e sabemos que a linguagem não-verbal é muito importante. A boa notícia é são coisas que podem ser corrigidas até Guimarães.

10 pontos

Total: 94 pontos


Atenção: Os textos da Fabiana Silva encontram-se em português do Brasil dada a origem da comentadora.

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