Intérprete(s): Soraia Tavares
Tema: O Meu Sonho



André Moreira - Todos os anos há uma canção que fica em último e que eu realmente gostaria imenso de ver na final nacional. Ei-la! "O Meu Sonho" arrepiou-me na primeira audição e isso significou, sob o meu ponto de vista, que tinha algo de especial. Gostei imenso da interação da Soraia com as câmaras e a confiança que transmitiu na defesa do tema e como cantou as palavras de uma utopia que, no fundo, todos gostaríamos de ver realizada. A versão ao vivo funcionou muito bem e não merecia o descrédito que obteve, sobretudo por parte dos jurados. A única coisa que eu mudaria era a parte coreográfica em que entra a Soraia pois denotou-se que isso a desconcentrou. Espero voltar a vê-la no futuro, com um tema quiçá mais vestido de instrumentos e de uma letra tão boa ou melhor do que a desta canção. 

7 pontos

Fábio Ventura - O meu sonho começa com um instrumental em estilo de marcha que promete, mas promete tanto que nada consegue cumprir. Aonde vais, Soraia? Nem tu sabes, pois não? A canção fica ali, quietinha debaixo das saias do bonito vestido da intérprete, não descola, não voa. Que sonho é esse, que não arrisca? A própria voz, que reconhecemos do The Voice e que tem o seu mérito, não quis ir muito além, o que é pena porque tem potencial! Valeu a imagem e apresentação, mas foi só isso.

3 pontos

Hugo Sepúlveda - O mote para este ano é “Dare to Dream” de facto, e a Soraia lá tentou com “O Meu Sonho”, mas não foi longe. Sozinha, Soraia tem muito potencial, isso tem. Já a música... Tem as suas coisas positivas, certas partes na sonoridade que são interessantes. Mas de uma forma geral, não resultou. O staging em si não foi o melhor, pareceram partes “remendadas”.. Como a cauda na indumentária da intérprete. A mensagem da canção é bonitinha e interessante, mas a forma como está escrita é um pouco inquietante. Parece uma ideia pouco polida.

4 pontos

João Diogo - A canção de que menos gosto desta edição do Festival da Canção. Não é uma má canção, nenhuma o é, mas a ideia com que fico é que tentou ser tanta coisa que acabou por ser nada para além de uma valente confusão. Talvez precisasse de ser trabalhada durante mais tempo porque tem elementos com potencial mas que não resultaram.

3 pontos

Nuno Carrilho - O meu 'guilty pleasure' do ano! A canção de Lura, que não faz jus à carreira da compositora nem ao grande potencial de Soraia Tavares, é uma prova viva do ditado: «Quem feio ama, bonito lhe parece». A Soraia deu tudo o que podia para melhorar a candidatura... mas merecia uma canção ao nível do seu potencial. Nota muito positiva para a atuação. Espero ver a Soraia novamente no Festival da Canção.

7 pontos

Patrícia Gargaté - Como começar... Eu sei que a Soraia tinha vontade de estar no Festival da Canção, porque dá para perceber. Mas o que também dá para perceber é que havia tantas outras formas de o fazer. Não precisava ser este ano. A performance, a letra, a postura, o instrumental, tudo descontextualizado, confuso, desadequado... Gostava de ver a Soraia noutro registo, este por agora é um não. 

2 pontos

Pedro Fernandes - “O Meu Sonho” é daquelas canções que, no início, promete mundos e fundos mas depois desilude. A canção parece que se vai desenvolver até atingir um clímax, mas tal nunca chega a acontecer, ficando um sabor agridoce quando termina. Soraia é detentora de uma voz fantástica e merecia um tema à sua altura e, numa semifinal como esta, o seu destino estava traçado.

5 pontos

Ricardo Matias - Não desgosto da canção e valorizo a capacidade vocal da Soraia. Pontos positivos também para as vozes de fundo existentes na canção, que a tornam especial e diferente das restantes canções desta semifinal. No entanto, no meu ponto de vista, o crescendo que a canção vai tendo não é suficientemente captador para atrair a atenção do público. Acho que estava à espera de algo mais no final da canção.

5 pontos



Total: 36 pontos

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