[OLHARES SOBRE O ESC2020] Bielorrússia


Bielorrússia
Intérprete(s): VAL
Tema: Da Vidna




Ana Branco -  VAL apresenta-nos uma canção diferente, mas um pouco inacabada. O bridge e o refrão são bem conseguidos mas os versos revelam-se desinteressantes. A performance poderia ser aperfeiçoada largamente, com uma melhoria da coreografia já desenhada – o gesto icónico é genial e torna memorável uma actuação que não o seria sem isso – e melhor indumentária – o preto não acrescenta nada. Uma das poucas canções apresentadas em língua nativa – bielorrusso, e isso é de tirar o chapéu.

3 pontos

André Almeida - Três anos depois de ter trazido pela primeira vez a sua língua materna ao palco da Eurovisão, a Bielorrússia volta a fazê-lo com “Da Vidna”. Apesar de não ser apontada como uma possível finalista, penso que poderia ser uma das surpresas da 1ª semifinal. A canção peca por ter uma letra muito repetitiva, no entanto a sua sonoridade moderna e refrescante, fazendo até lembrar Major Lazer, transforma esta proposta bielorrussa em algo bastante agradável de se ouvir. O palco colorido que apresentaram na final nacional, aliado ao carisma do grupo, não me deixam ficar indiferente a esta canção.

6 pontos

Bruno Roque - O comentário mais sincero é “não me aquece nem arrefece”. Ponto positivo por trazer a diversidade com a língua nativa. Na semifinal iria ficar nos últimos lugares mas apenas pelo azar que teve em estar na semifinal 1.

4 pontos

Carlos Fernandes - Gosto muito da proposta da Bielorrússia! É fresca, bem escrita e a língua nativa adiciona-lhe sensualidade. Destaque também para a boa coreografia e o excelente carisma da intérprete.

10 pontos

Cláudio Guerreiro - Esta seria a segunda aposta da Bielorrússia na sua língua materna no palco da Eurovisão. Apesar desse ponto positivo e de até possuir um instrumental bastante atual, tenho sempre a sensação que falta algo a este tema. Os vocais são bonitos e suaves, principalmente nos versos. No entanto, isso não é suficiente para colocar esta proposta no topo das minhas preferências, tendo sempre a sensação que estamos três minutos à volta do mesmo e sem haver qualquer evolução ou arrojo.

2 pontos

Diogo Cabral -Depois da proposta do ano passado, a Bielorrússia apresenta-nos uma canção tão sem sal. Não consigo gostar desta proposta. Nada é apelativo nesta proposta. A tentativa de dança é irritante! A única parte que achei "piada" foi o bailarino ter caído no chão. De resto, zero! Next...

1 ponto

Hugo Sepúlveda - Bielorrússia desperdiçou uma pérola interessante (aka Chakras), mas não escolheu a pior que lá andava. "Da Vidna" aspira a ser uma música moderna e foge ao uso recorrente do inglês. Tinha tudo para correr bem, é certo, mas há algo que falha. É mais uma música “wannabe” comercial, mas que é só aborrecida. VAL e Da Vidna não conseguem ser interessantes ao ponto de fazer um replay (mais depressa para a música seguinte). É pena porque queria gostar mais disto! Há intenção, mas não há a concretização.

3 pontos

Luís Nepomuceno - Os representantes da Bielorrússia nos Países Baixos, os VAL, defenderiam o país com a canção “Da Vidna”, interpretada integralmente na sua língua materna. Trata-se de uma canção bastante diferente daquelas que a Bielorrússia tem apresentado nos últimos anos, com uma sonoridade, na minha opinião, bastante moderna e atual. É impossível não falar de “Da Vidna” sem referir o facto de a canção ser um tanto ou quanto semelhante às representantes da Lituânia ou da Rússia. Muito provavelmente, seria mesmo a mártir entre estes três países. Contudo, a apresentação na final nacional bielorrussa foi muito mais do que razoável: a voz da lead singer esteve no ponto e a coreografia apresentada pela banda não lhe ficou nada atrás. Destaque, também, para o jogo de luzes e cores apresentado. Teria uma passagem quase certa à final de Roterdão. No entanto, como já referido, apesar dos pontos positivos destacados, acabaria por ter uma tarefa bastante difícil, no confronto direto com a Lituânia ou a Rússia, sendo uma das (possíveis) mais castigadas da final.

7 pontos

Patrícia Gargaté - Parece que a Bielorrússia não queria competir por um lugar na final... pelo menos na minha final. Nesta canção pouco há que realmente destaque... talvez o acessório do cabelo? É uma pena porque este é um país que merece e tem potencial para mais. Este ano não seria o ano da Bielorrússia, disso tenho a certeza. Next!

5 pontos

Rodrigo Pinto - No meio de uma final interessante, apareceu este “Da Vidna” e surpreendeu. Gosto muito da canção, apreciando também o risco de darem a vitória a uma das poucas contribuições na língua nativa. Faz me sentir bem, tem um pouco de “Je ne sais quoi” que me faz gostar mesmo muito. Provavelmente não chegaria muito longe em Roterdão, mas ficaria contente por a ouvir lá.

10 pontos

Total dos 33 comentadores: 152 pontos
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Fonte/Imagem: ESCPortugal / Vídeo: Eurovisiontv

2 comentários:

  1. Bielorrússia: Val: "Da Vidna": Nem o repuxo dá mais vida a esta música. Vale o que vale mesmo depois do raiar do dia. Falta-lhe tempero. Diria que é pouco menos que sofrível.Dou: 0 pontos.

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  2. Diogo Cabral: 5 estrelas.
    Patrícia Gargaté: 5 estrelas

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