Intérprete(s): Rita Ruivo
Tema: Anda Daí



Adão Nogueira - Rita surge sozinha em palco com uma boa presença e interação com as câmaras. Tanto o instrumental como a letra fazem lembrar um pouco as músicas do grande Zeca Afonso, não trazendo, contudo, nada de novo ao Festival.

2 pontos

Cátia Azevedo - Talvez a proposta mais débil desta semifinal. Nada nisto me cativa nos três minutos, o que é uma pena. A voz da Rita merecia algo à altura.

2 pontos

Fabiana Silva - Ainda que clichê, a mensagem de "Anda Daí" é universal e João Afonso conseguiu desenvolvê-la com maestria, criando um poema claro e objetivo. Enquanto a letra é atemporal, a melodia é deveras datada, como se tirada de uma novela dos anos 80. Ainda assim, é cativante! O problema é que foi difícil ouví-la inteira, pois o último minuto entra em um loop que parece não ter fim, e que me deixou entediada. No começo de sua apresentação, Rita parecia aterrorizada; com o tempo, ela começou a se sentir mais confiante e a coisa foi fluindo melhor. Se eu fosse jurada, não tenho certeza se eu a pontuaria o suficiente para uma classificação, mas, com certeza, eu não a deixaria com 'zero'.

4 pontos

Francisco Branco - A música de João Afonso diz-nos “Anda Daí”, mas eu não consigo ir, lamento. Não há nada nesta música que me chame a atenção, e volto a questionar se alguns dos compositores sabem o que é efetivamente a Eurovisão. É necessário algo que se destaque. Não basta ter uma melodia que nos transmita boa disposição. A Rita Ruivo também não consegue “salvar” esta proposta. É preciso mais do que isto, muito mais. Para mim, uma das composições mais fracas desta edição do Festival.

2 pontos

Gonçalo Vieira - Se a canção número oito mostrou ser uma surpresa, a nove nem por isso. O Festival da Canção nesta edição de 2018 mostrou ser capaz do melhor e do pior, quanto a qualidade musical. Esta canção foi de facto uma das mais fracas deste ano. Fora a clara competência da interprete, a verdade é que nada na canção se destaca. É uma pena.

2 pontos

Hugo Sepúlveda - Esta é daquelas que me fez voltar há uns anos, àquelas músicas de Festival da Canção que nunca iam a lado nenhum, por muito wannabe revolucionárias que fossem. O instrumental não é certamente nada de novo e a letra apenas reflete o espírito datado. A voz de Rita Ruivo também não me pareceu que estivesse no seu melhor. Aqui os efeitos utilizados também não acrescentaram muito valor ou nem fizeram com que se destacasse. A sonoridade parece que se mantém sempre no mesmo registo, e parece ainda mais repetitiva do que é. Não me admira a pontuação quase nula que obteve.

3 pontos

João Diogo - Que composição mais desinspirada por parte de João Afonso. Anda Daí está completamente fora do seu tempo e não tem um único momento minimamente memorável durante os três minutos.

1 ponto

João Duarte - Não tenho muito a dizer sobre a proposta do João Afonso. Apenas que tenho, para mim, que esta foi sem dúvida a pior da noite. Uma canção muito antiquada a cheirar a festival dos anos 90 que não veio acrescentar nada a esta edição do certame. Obteve um ponto do público mas nem isso merecia.

1 ponto

Nelson Costa - João Afonso assina esta canção e não é difícil encontrar parecenças com a sua linha melódica. Penso, contudo, que não esteve muito inspirado nesta composição. Tive oportunidade de já ouvir diversos temas de sua autoria, inclusive ao vivo, e encontro no seu reportório composições muito mais adequadas a uma competição desta natureza. Mesmo instrumentalmente, a canção pedia uma maior riqueza nos arranjos. Rita esteve segura vocalmente e fez o que a canção pedia.

3 pontos

Nuno Carrilho - Uma versão adulta do genérico do Marco e Gina, "Anda Daí" infelizmente não prendeu as atenções... Apesar do carisma (GIGANTE) da Rita Ruivo e da sua boa prestação, o tema não cresceu, não ficou e acabou mesmo por ficar-se pelos últimos lugares. Faltou movimento, faltou crescimento... Faltou muita coisa! Merecia mais do que 1 mísero ponto, mas não a colocaria no lote de apurados.

6 pontos

Nuno Reis Conceição - Uma proposta com uma sonoridade apelativa, servindo uma letra competente embora algo repetitiva. A experiente Rita Ruivo deu uma boa interpretação do tema. No cômputo geral, trata-se de uma proposta agradável e, como tal, recebe 7 pontos. Integrou o meu lote de finalistas; infelizmente tal não veio a verificar-se nos resultados finais da SF2.

7 pontos

Patrícia Gargaté - Creio que infelizmente a aposta na Rita como intérprete foi um tiro no pé, apesar da sua incontestável beleza creio que lhe faltou carisma e versatilidade a nivel vocal. Tudo nesta canção / performance pareceu datado e fora do contexto de Festival da Canção como o queremos nos dias de hoje.

1 ponto

Pedro Coelho - Mas eu tenho mesmo que comentar esta música? Não é plágio, mas soa a todas as músicas dos grupos de jovens da Igreja. Há muito tempo que não via uma coisinha tão triste. Querem repetir que, depois de 2017, o Festival ficou muito bom?

1 ponto

Pedro Fernandes - Eu gostava de ter uma opinião positiva em relação a esta canção, mas como se costuma dizer, se não tens nada de bom para dizer, não digas nada. Provavelmente o tema menos competitivo no lote das 26 canções.

1 ponto

Total: 36 pontos


Atenção: Os textos da Fabiana Silva encontram-se em português do Brasil dada a origem da comentadora.

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