Intérprete(s): Cláudia Pascoal
Tema: O Jardim



Adão Nogueira - Uma balada tocante e emocionante que prende a atenção desde o início. A interpretação e a voz (rouca e fora do vulgar) de Cláudia são uma mais valia para esta canção. Com uma letra simples e bem conseguida e um instrumental que deixa brilhar a intérprete apesar do seu nervosismo.

12 pontos

Cátia Azevedo - Três minutos de emoção levados a patamares comparáveis aos que a Catarina nos ofereceu na 1.ª semifinal. A peculiar interpretação de Cláudia dá o toque extra diferencial que tantas vezes dá garantias de um ótimo resultado. Podemos estar perante uma das prováveis representantes.

12 pontos

Fabiana Silva - É, sem dúvida nenhuma, a canção que poderia ter um melhor resultado na Eurovisão, dentre todas as que foram apresentadas na semifinal 2. Isso porque é uma balada pop contemporânea e jovial, muito bem interpretada por Cláudia Pascoal. Adoro o timbre da cantora, sua expressividade, a forma como ela consegue se conectar com aquilo que está cantando... E ter Isaura como backing vocal foi a cereja do bolo! Eu mudaria apenas uma única coisa: faria o arranjo crescer um pouco depois do primeiro refrão e ficar ainda mais rico no segundo refrão, para que não fiquemos na mesma toada por tanto tempo e para que a quebra para a ponte tenha seu devido destaque.

10 pontos

Francisco Branco - Aí está uma das grandes favoritas deste festival, que, após a desistência de Diogo Piçarra, fica com as portas mais abertas para ganhar o bilhete para Lisboa. Uma melodia calma, porém com um sonoridade bastante diferente de “Amar pelos Dois”. É moderna, contemporânea, tudo aquilo que, na minha opinião, precisamos de mostrar depois da vitória de Salvador Sobral. Destaco, não só o excelente trabalho de Isaura (que colocou todo o seu sentimento nesta música), como também a soberba interpretação da Cláudia Pascoal, que merece, sem dúvida, esta oportunidade. Confesso que, juntamente com Lili e Janeiro, é a minha preferida para representar Portugal. Tenho a certeza para nos iria deixar a todos super orgulhosos!

12 pontos

Gonçalo Vieira - Sinceramente, eu esperava algo com qualidade da Isaura, mas nada nestes moldes. Uma autêntica surpresa! Uma canção simples mas ao mesmo tempo complexa. Electrónica mas ao mesmo tempo uma forte balada. Não consigo enquadrar a canção num estilo, mas consigo com toda a certeza dizer que este tema mostrou o que é preciso. Uma qualidade assente, interpretação emotiva e à altura da mensagem da canção, que era forte e algo saudosista de um passado pessoal. Gostei imenso e creio que teremos aqui a nossa representante para Lisboa!

12 pontos

Hugo Sepúlveda - O Jardim era uma das quais tinha mais expectativas, principalmente por já conhecer o trabalho da Isaura e a prestação da Cláudia no The Voice. Devo dizer que foi ainda melhor do que esperava! A canção é simplesmente maravilhosa! O instrumental vai crescendo e envolvendo cada vez mais, juntamente com a voz e interpretação fantástica da Cláudia. Quando ambas cantam, chega o auge de toda a actuação, todo o sentimento da letra é sentido em força até ao fim, de uma forma muito delicada e frágil! Parece que, ao mesmo tempo, elas cantam uma para a outra, ao longe, e, no entanto, parece que cantam individualmente para alguém. É simplesmente mágico, emocionante e sem dúvida das melhores da noite.

12 pontos

João Diogo - Para mim a melhor canção do Festival da Canção 2018 e a que melhor resultado nos pode dar na Eurovisão. Aquando do anúncio de Isaura como uma das compositoras para este ano fiquei logo cheio de expectativas, que subiram ainda mais com o anúncio de Cláudia Pascoal como a intérprete escolhida. Que casamento perfeito. Daqui só poderia sair uma obra prima e este "O Jardim" não desilude em nada. Uma canção moderna e dark, como o Festival nunca viu antes, completada com uma interpretação emocionante e fantástica. Daria apenas maior intensidade ao momento em que a Isaura entra na canção, seja pelo jogo de luzes ou pelos planos de câmara. Tirando isso, é repetir isto no dia 12 de maio na Altice Arena.

12 pontos

João Duarte - Sem dúvida uma das melhores propostas deste festival da canção, tanto da segunda semifinal como no conjunto das duas eliminatórias. Com um instrumental espetacular, simples com tom de modernidade que evolui ao longo canção e sobretudo uma letra linda com uma mensagem capaz de comover qualquer um. Uma comovente dedicatória de amor por parte da Isaura que foi interpretada pela Cláudia de uma forma incrivelmente emotiva (confesso que me arrepiei todo no estúdio). Com o afastamento da canção numero 4, esta proposta é sem dúvida a minha favorita a representar Portugal no Eurovision Song Contest.

12 pontos

Nelson Costa - “O Jardim” é uma balada tocante com uma interpretação de Cláudia Pascoal de 5 estrelas. Tem um lado dark que me agrada. Avaliar esta canção torna-se, contudo, muito difícil: para mim, tudo está perfeito! Melodia, letra, mensagem, arranjos. Top! Em palco, a presença de Isaura foi a cereja em cima do bolo. Cláudia estava visivelmente emocionada a interpretar a canção e no final não conseguiu conter as lágrimas. Um abraço entre Cláudia e Isaura selaram esta participação. No palco do Parque das Nações deveriam manter esse lado tão emocionante e tocante.

12 pontos

Nuno Carrilho - As expectativas estavam altíssimas... e Cláudia Pascoal não defradou! Nem a Cláudia, nem "O Jardim", nem a Isaura. Uma letra bastante tocante e que não deixa ninguém indiferente, uma melodia bem conseguida e cativante... mas a interpretação da Cláudia Pascoal é sublime. Arrebatadora, Emocionante... Ninguém fica indiferente. Uma das nossas melhores opções para a Eurovisão! Let's go Cláudia!

12 pontos

Nuno Reis Conceição - Uma melodia com um toque de modernidade extremamente apelativo. A letra é um bonito poema, com uma forte carga emocional. A Cláudia Pascoal vem confirmar todo o enorme talento que demonstrou na última edição do “The Voice”: um timbre distinto de uma voz extremamente competente e agradável, entregando-se de “corpo e alma” à interpretação – sempre sentida! Foi a outra proposta que conseguiu os meus “douze points”. Passagem à final mais do que merecida. 12 pontos!

12 pontos

Patrícia Gargaté - A Cláudia já nos habituou à sua interpretação sentida no The Voice e no Festival da Canção não foi exceção. O seu timbre único dá um toque especial à canção e nisso a Isaura foi muito inteligente. A apresentação em palco também está bem pensada contudo creio que pode ser melhor trabalhada caso seja a escolhida para a Eurovisão! A Isaura foi sem dúvida a cereja no topo do bolo! É uma das minhas duas preferidas a vencer no domingo. 

12 pontos

Pedro Coelho - Isaura foi, a par de Diogo Piçarra, quem melhor pensou a performance televisiva da sua canção. Cláudia Pascoal interpreta O Jardim de forma irrepreensível e coloca em palco toda a carga emocional que a canção merece. Uma letra com uma história triste, de ausência e saudade, mas que é cantada num tom diferente das músicas nostálgicas do Festival de Canção. É uma balada pop feita em 2018, para 2018. A candidata mais representativa do que é a música portuguesa atualmente.

12 pontos

Pedro Fernandes - O tema mais emocionante e tocante desta edição do Festival da Canção. Penso que todos se podem identificar, de uma forma ou de outra, porque a perda de alguém querido que tocou o nosso coração mas, que em determinada altura, deixa de estar fisicamente junto de nós, é algo pelo qual todos passam. Cláudia Pascoal leva a canção a um nível avassalador com a sua interpretação emocionada e sentida, notando-se, claramente, que a está a sentir e vestir a canção da Isaura da cabeça aos pés. Verdadeiramente emocionante e sentir-me-ia muito bem representado com este tema. Para mim uma das favoritas à vitória em Guimarães.

12 pontos

Total: 166 pontos


Atenção: Os textos da Fabiana Silva encontram-se em português do Brasil dada a origem da comentadora.

2 comentário(s):

  1. Amo esta música mas alteraria algúns pequeños detalhes.
    O primeiro e já para a grande final do rtp da canção- Colocaría a Isaura deitada no chão representando a pessoa que se foi deste mundo como fala a canção. Nos momentos em que canta Isaura uma leve incorporação para ficar quase sentada e realizar a sua intervenção. Está posição daria também ao telespetador a conotação com a morte necessária para outros ouvintes com surdos ou não parlantes de língua portuguesa.
    Segundo de cara aos arranjos finais para a eurovisão- Crescer o arranjo da melodía depois do primeiro refrão em crescente até ficar ainda mais rico no segundo refrãa. Deste modo o momento quebrado para a ponte tera o seu devido destaque apoteósico.
    Quanto á Cláudia os meus mais sinceros parabéns pela sua magnífica interpretação cargada de emoção.

    ResponderEliminar

Especiais em Destaque

 
Top