Rússia
Intérprete(s): Julia Samoylova
Tema: I Won't Break


André Fernandes - A Rússia, eterno país-novela da Eurovisão! Não costumo gostar do espírito provocador deles. Esta pobre Julia é mais um pião no jogo. Uma musica fofinha mas tão inofensiva e esquecível que mete pena… e é o que eles pretendem à força toda, causar pena, vitimizar-se. Podiam ao menos ter oferecido um curso de inglês à intérprete, que mostrava já alguma dificuldade com a língua em 2017.

5 pontos


Hugo Sepúlveda - A Rússia pelo menos cumpriu o que foi dito o ano passado e traz Julia Samoylova ao palco do ESC. I Won’t Break não está nem perto das músicas que Rússia nos habituou, mas pelo menos é melhor que a do ano passado. Tem uma melodia minimamente agradável e acaba por ser facilmente trauteada, juntamente uma mensagem de um espírito inquebrável. Quanto à performance, who knows o que pode sair ali, ainda vamos ser surpreendidos. Se é desta que Rússia falha a final? Tenho sérias dúvidas quanto a isso.

4 pontos


Margarida Martins - Depois do fiasco de 2017, fico feliz por terem apostado novamente na Julia Samoylova, pois foi apenas um peão colocado (a meu ver, deliberadamente, mas não vamos por aí) no meio da confusão. Esta canção é definitivamente mais bem pensada que a ‘Flame Is Burning’, mas a Rússia não participa com a ideia de ocupar o pódio este ano. Voltará esta vontade em 2019? Esperemos para ver.

6 pontos


Miguel Braga - Sem duvida melhor que a do ano anterior mas também não é das minhas favoritas. Certamente estará na final, mas só porque é a Rússia e a cantora também ajuda. Adoro que tentem incluir a deficiência na Eurovisão, afinal somos todos iguais.

2 pontos


Nuno Conceição - A “toda-poderosa” Federação Russa, que tem lutado no encalce de mais uma vitória no ESC (em 2015 seria bem entregue), este ano traz-nos uma proposta pouco ambiciosa… uma canção francamente mediana, sem quaisquer rasgos de criatividade, do mais genérico que possa haver. Se se apurar para a Final (o que seria uma grande injustiça), tal dever-se-á aos inúmeros países satélites que teimam em votar nas propostas da “Mãe Rússia”, independentemente da qualidade e mérito das mesmas. A ver vamos…

3 pontos


Paulo Morais - Depois das jogadas e politiquices sujas do ano passado, aqui está a sequela, tal como o prometido… enfim… não gosto de nada, parece a segunda parte do ano passado, tudo me parece maquiavélico até a Julia… a Final não precisa disto

1 ponto


Rúben Ameixa - A canção de 2017 era sem dúvida muito melhor, apesar de não ter chegado sequer a pisar solo ucraniano. A canção deste ano ainda que bonita, parece-me apenas “mais uma”. A Julia ao vivo tem muito que melhorar daquilo que já se pode ver em algumas atuações cheias de desafinanços. Ainda assim, e simplesmente por ela, é quase certo que a Rússia estará no top 10 para não dizer o top 5.

2 pontos


Tiago Alves - Finalmente Julia conseguiu “aterrar” no palco eurovisivo depois do percalço de 2017. No entanto a qualidade musical não melhorou muito de um ano para o outro. A música não passa de um pop medíocre que aliado a uma performance emotiva (não devido à música mas sim à condição de Julia) irá sensibilizar a Europa e garantir um lugar na final ainda por cima estando na semifinal mais fraca

4 pontos



Total: 155 pontos

2 comentário(s):

  1. Muito fraca e irritante esta música que a Rússia resolveu trazer até nós. Dou 1 ponto pelo frete que é ter de se fazer transportar numa cadeira.

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  2. A Eurovisão foi criada para unir os países com pequenas divergencias através da música, mas o problema da Rusia com a Europa já não é superada com canções. com isto já tenho tudo dito, mas vamos qualificar a candidatura da Rusia com a frágil Julia. Peço desculpa mas é insuportável como pronuncia cada palavra a Julia Samoylova. Estive a ler numa notícia eurovisiva que Julia teve um curso muito intenso de inglês, mas o resultado é caótico ao ouvir «I Won't Break». Por outro lado não entendo como pode a Julia entrar num jogo onde ela é um objeto de intercâmbio de mensagens cantando não me destruíre». Sabemos que a situação deste país face ao resto da Europa é muito delicado (mas a Rusia não se destruirá) e sendo realistas está candidata era para o seu menos apreciado amigo, a Ucrânia (2017) e a Rusia nem sequer tinha interés em estar presente fazendo muitos jogos sujos de más intenções por isso enviava precisamente a Julia com a canção «a chama arde». Para além de tudo o que deixo entre linhas (que não me sinto bem referir, porque tenho sensibilidade), sabemos que a Julia também demonstrou varias vezes que canta muito mal não dando muitas notas musicais e o último exemplo é a pré-party de Moscovo. Embora mereça o posto 43 de 43 tenho para ela o posto 41 porque as gravações estudio sempre camuflam muitos detalhes. A grande potência fica por méritos propios fora da grande final. Aleluia... e que o senhor nos proteja de tantas maldade

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