Intérprete(s): Rita Dias
Tema: Com Gosto Amigo



Adão Nogueira - Apesar da brincadeira do autor com o jogo de palavras de intérpretes e canções do festival, a letra não nos leva a nada mais. A Rita tem uma interpretação muito boa conseguindo envolver os espetadores.

8 pontos

Cátia Azevedo - Como hino não oficial do Festival da Canção faria até um abaixo-assinado. Para outra coisa qualquer dispenso.

1 ponto

Fabiana Silva - Uma pena que Rita não está apurada para a final; tento entender o motivo que levou os jurados a não darem nem um pontinho a ela, que, por seu esforço em trazer algo inusitado e de qualidade, merecia mais que alguns dos pontuados. "Com Gosto Amigo" tem uma melodia muito agradável e o texto é divertidíssimo. A cantora estava mesmo focada em chegar à Eurovisão: estudou sobre a história de Portugal na competição europeia e usou o máximo de referências que conseguiu na letra - que, incrivelmente, ficou coesa. Entretanto, a maior parte dos fãs não falam português, então não entenderiam o quão bem-humorada é essa proposta.

7 pontos

Francisco Branco - Foi com “gosto” que escutei o excerto de 45 segundos inicial. Senti que vinha aí uma verdadeira marcha lisboeta até aos estúdios da RTP. E não me enganei. A Rita Dias trouxe-nos uma melodia alegre e tradicional, com uma letra que faz uma espécie de tributo ao festival! Apesar disso, acho que não se destacou e faltou-lhe força para conquistar o voto do júri e dos espetadores. Reflexo disso foi a não passagem à grande final. Fica a questão: será que esta foi mesmo a melhor canção entre aquelas que foram selecionadas pelo concurso aberto da Antena 1?

5 pontos

Gonçalo Vieira - A primeira canção escolhida através da seleção aberta da RTP, não conseguiu surpreender! Aquilo que parecia um hino à história do Festival da Canção, funcionou mal e de forma desajustada àquilo que se pretendia ser um desfile de potenciais canções a representar Portugal na Eurovisão. Foi das piores da noite.

3 pontos

Hugo Sepúlveda - Com Gosto Amigo é daquelas que, pelo seu conteúdo e letra (ainda que algo “engraçada”), não sei de facto qual o seu lugar na competição. Também não sei como foi esta a vencer o concurso (foi por ser uma espécie de homenagem?). É uma música direcionada para um interval act, é quase um dos tão famosos medleys, mas desta vez a concurso. De resto, tem uma sonoridade alegre e até algum ritmo, e apesar de não ter estado impecável, Rita Dias até teve uma interpretação razoável. Ainda assim, nada me distraiu do conteúdo à medley.

1 ponto

João Diogo - "Com Gosto Amigo" seria boa para um medley do Festival da Canção, devido à sua letra. Para a competição em si parece-me desenquadrada e completamente ultrapassada. Não trouxe nada de novo, não entusiasmou, não se destaca minimamente.

1 ponto

João Duarte - Trocadilhos, trocadilhos e mais trocadilhos, não há muito a dizer sobre esta canção. Um letra muito rebuscada sem qualquer interesse e com uma melodia a fazer lembrar uma marcha de Santo António.  Questiono-me como é que esta canção era a melhor no concurso aberto, será que não havia nada com mais qualidade?

1 ponto

Nelson Costa - Quem estivesse distraído iria pensar que estava a ver e a ouvir o interval act do Festival da Canção. Mas, não! É mesmo uma das canções concorrentes na edição de 2018! A canção tem algum ritmo, a letra é engraçada, mas nunca para concorrer no Festival da Canção e menos ainda para competir a representante de Portugal na Eurovisão. A juntar a isto, um arranjo pobre, uma interpretação sem carisma e um outfit muito desadequado. Não entendo o objetivo desta participação, não entendo ainda como foi selecionada através de um concurso aberto, sabendo-se que houve outras canções com sons mais contemporâneos e mensagens com mais sentido.

1 ponto

Nuno Carrilho - Oriunda do concurso aberto aos compositores, Rita Dias mostrou que essa abertura aos "anónimos" deve continuar nas próximas edições. Escrita com base em trocadilhos sobre a história do Festival da Canção, "Com Gosto Amigo" foi uma das candidaturas mais animadas da noite, tendo sido prejudicada pelo cenário escuro do estúdio da RTP... Bem interpretada, ritmada e cativante, ter-lhe-ia dado um lugar de acesso à Final do concurso.

7 pontos

Nuno Reis Conceição - Uma batida bastante cativante dá ritmo a uma letra inteligente, que homenageia antigas canções e intérpretes do próprio concurso em que compete. A Rita deu uma interpretação competente e agradável ao ouvido. Para esta proposta despretensiosa, rumam 7 pontos e a presença no meu naipe de finalistas.

7 pontos

Patrícia Gargaté - A Rita é bonita, tem uma interpretação muito genuína e conseguiu trazer uma espécie de medley do Festival da Canção sem parecer forçado. É engraçado para se ouvir no festival mas não creio que seja a candidatura ideal para nos representar na Eurovisão. Apesar disso esteve muito bem e conseguiu arrancar-me um sorriso com os trocadilhos eurovisivos. 

7 pontos

Pedro Coelho - Há aqui influências variadas, entre velhinhas referências musicais do Festival e alguns toques que nos cheiram a samba. Rita Dias canta muito bem, mas isto podia ter sido uma música de homenagem ao Festival completamente extra-concurso. 'Ponha aqui todas as referências possíveis em 3 minutos', parece que foi o objetivo principal. Não funciona. 

1 ponto

Pedro Fernandes - Um hino ao Festival da Canção, é o tema que Rita Dias nos trouxe. Simone, Madalena Iglésias, Anabela, Fernando Tordo, Adelaide Ferreira, são apenas alguns dos intérpretes referenciados ao longo da letra canção. Sem ser um tema demasiado despretensioso, não conseguiu captar a minha atenção e curiosidade. Ainda assim trouxe alguma animação numa noite demasiado calma.


6 pontos

Total: 56 pontos


Atenção: Os textos da Fabiana Silva encontram-se em português do Brasil dada a origem da comentadora.

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