Intérprete(s): David Pessoa
Tema: Amor Veloz



Adão Nogueira - A primeira coisa que chama a atenção é a presença do cantor em palco (parecia que estava a fazer um frete). Quanto ao instrumental um pouco estranho, principalmente na paragem que tem depois do refrão. Uma canção de amor que com tudo isto nos leva a querer fugir dele, pois torna-se aborrecida à medida que se vai desenrolando.

1 ponto

Cátia Azevedo - Uma melodia agradável que combina bem com a voz do David. Ainda assim creio que a proposta peca por ser pouco surpreendente.

4 pontos

Fabiana Silva - Se eu procurar no Google 'música de elevador', provavelmente "Amor Veloz" deve aparecer logo na primeira página. A melodia é simples, a batida é constante e calma, e o arranjo foi construído para que as notas mais agudas sejam executadas de forma muito suave. Suavidade demais simplesmente não me atrai - gosto de ser surpreendida, gosto de quando uma canção me deixa de boca aberta. E, se não bastasse a tranquilidade da proposta, David também não transmite muita emoção para os espectadores. Em linhas gerais, nada se destaca e, provavelmente, deve ser engolida na final. 

1 ponto

Francisco Branco - Esta é mais uma das canções que para mim se perde no meio do Festival. Uma composição suave e agradável, cantada igualmente por uma voz interessante. O David Pessoa tem classe. Mas se vamos eleger uma canção para a Eurovisão volto a referir que é importante apresentar qualquer coisa que seja minimamente competitiva, e este não é seguramente o caso. Passou à final de Guimarães e, dentro do conjunto de atuações desta segunda semifinal, considero que foi justa a sua passagem. Mas é só.

4 pontos

Gonçalo Vieira - Esta canção talvez seja espelho do que foi este Festival da Canção. Ainda que houvesse  uma qualidade estampada no tema, a verdade é que a composição flat e sem emoção transpareceu. Tal como li algures no YouTube, esta canção assemelha-se a uma música de fundo de elevador. Ainda que para mim não seja de todo pejorativo, não estará muito distante dessa ideia.

4 pontos

Hugo Sepúlveda - Amor Veloz resulta, de certa forma, enquanto áudio. Já a nível de performance, senti que algo não estava totalmente bem. Embora certos versos facilmente se memorizem, a canção tem uma sonoridade muito familiar, e talvez por isso acabe por não se destacar e apenas soe banal. A junção do instrumental e a voz de David Pessoa não me pareceu que criassem a melhor harmonia e, por isso, talvez não me soasse tão bem. A música parece resultar melhor como o soundtrack de algo, do que propriamente competir no ESC.

5 pontos

João Diogo - Mais uma canção agradável para ter como som de fundo mas que não serve para muito mais do que isso. É completamente esquecível, diria até um pouco banal. Não se destaca e tenho a certeza que colecionaria um último lugar na Eurovisão.

2 pontos

João Duarte - A canção do Francisco Rebelo não me seduziu muito, confesso que assim que assisti à atuação do David Pessoa disse logo que iria ser uma das propostas com zero pontos. No entanto, depois de ouvir as restantes, essa ideia mudou um pouco, pois afinal comparando com o resto nem era assim tão mau. Uma melodia simples e um pouco monótona e com pouco entusiasmo, não ficando na memória nem depois de ouvir duas ou três vezes. Não estava no meu top 7 e penso não vai acrescentar muito à final de dia 4 de março

2 pontos

Nelson Costa - Uma balada interessante, mas sem grande inspiração para poder competir num festival com 25 outras canções. Uma melodia bonita para nos acompanhar enquanto tomamos um copo num bar de hotel, mas nada mais do que isso. O refrão acaba por se tornar muito repetitivo, precisaria talvez de arranjos mais marcantes. A interpretação pouco arriscada do intérprete também não ajudou.

4 pontos

Nuno Carrilho - Deve ter sido a única canção que resultou melhor em casa do que ao vivo. A presença de David Pessoa é fortíssima, apesar da canção ser um tanto esquecível. Numa primeira audição não a colocaria no lote de apurados, mas depois de ver a atuação na televisão mudei de opinião. Contudo, deverá ficar na segunda parte da classificação da Grande Final.

6 pontos

Nuno Reis Conceição - Uma melodia agradável ao ouvido, um bom ponto de partida para um “relaxing time”. A letra é interessante e bem construída, transmitida de forma competente na interpretação do David Pessoa. Atribuo-lhe 5 pontos e, apesar de não constar no meu lote de canções finalistas, o seu apuramento para a finalíssima não me surpreendeu.

5 pontos

Patrícia Gargaté - Aqui está uma das canções mais desvalorizadas da noite, a meu ver. Gostei da sonoridade e da voz do David Pessoa. Fiquei contente com a sua passagem à final e quero ouvir de novo, deixa-me com bom feeling!

10 pontos

Pedro Coelho - A balada cantada por David Pessoa varia entre momentos chill-out que não chegam a lado nenhum e tentativas, em subidas de tom, de criar uma ilusão de momentos de destaque. A interpretação é insegura, muitas vezes a raiar a desafinação. A mise-en-scène é digna de um Festival da Canção escolar. Nada disto parece ter sido pensado para aparecer na televisão.

1 ponto

Pedro Fernandes - Tenho alguma dificuldade em avaliar este tema. Não é boa… não é má… é-me indiferente. Não me entusiasma, nem me deixa com vontade de fazer replay. É uma canção algo banal, mas não gostaria que isto fosse interpretado como sinónimo de má qualidade. David Pessoa cumpre os requisitos e faz o que lhe compete, mas não é uma interpretação fora de série. Na minha opinião não teria lugar em Guimarães, mas já que lá está, provavelmente irá lutar para não ficar nos últimos lugares.

5 pontos

Total: 54 pontos


Atenção: Os textos da Fabiana Silva encontram-se em português do Brasil dada a origem da comentadora.

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