Islândia
Intérprete(s): Ari Ólafsson
Tema: Our Choice



André Moreira - A Islândia está a passar por uma das maiores crises existenciais desde que me recordo enquanto fã da eurovisão. Se há uma década atrás víamos uma Islândia a lutar pelos lugares cimeiros, quase até pela vitória (2009), vemos agora um país mais desinspirado e com menos capacidade para fazer boas escolhas. “Our Choice” é, numa palavra, desinteressante, não havendo hipótese de fazer mais do que o já feito pelo próprio Ari, este que tem um timbre bonito e uma expansiva tessitura. Não lhe vejo grande futuro senão um dos últimos lugares na semi final. Fica para 2019. 

3 pontos


Cláudio Gonçalves - E eu que queria tanto que a Islândia ganhasse a Eurovisão em Lisboa, mas é triste ver a Islândia tão mal este ano. Depois de uma balada eletrónica em que a Europa decidiu tratar a Svala como papel, este ano temos uma… balada que de eletrónica não tem nada. É datada, não apela ao voto, e é uma candidata aos últimos lugares da semifinal. E é uma pena que seja assim, pois, na minha opinião, a Islândia tem sido prejudicada nestes últimos anos. E nunca entendi a escolha do Ari, em vez do Dagur, pois, com uma canção em islandês (essa língua mágica), poderia destacar-se na sua semifinal. Islândia, não és a minha escolha para passar à final e talvez uma pausa para reflexão seja a melhor coisa a fazer, pois nunca te vi tão mal.

2 pontos


Dalal Midhat-Talakić - O cantor apresenta ser muito bom naquilo que faz, mas a canção não permite que ele use plenamente as suas habilidades e qualidades vocais. Não terá muito sucesso...

3 pontos


Filipe Batista - Quando as músicas da final Islandesa saíram, a “Our Choice” em islandês tornou-se, de longe, a minha grande favorita. Este é um daqueles casos em que a música na língua original tem muito mais poder que em inglês – tenho imensa pena que o cantor tenha decidido interpretá-la nesse idioma. Sendo assim, ela passou a ser só mais uma, não tem a magia que tinha na língua materna e as suas fraquezas ficam ainda mais evidentes. É candidata ao último lugar da sua Semifinal.

1 ponto


João Diogo - A Islândia precisa urgentemente de se reencontrar com a Eurovisão. Em 2017, Paper era uma boa canção e merecia ter chegado à final, mas os islandeses deitaram tudo a perder com aquela apresentação em palco. Este ano, nem o melhor palco do mundo os pode salvar da certa não qualificação. “Our Choice” vem com, pelo menos, 10 anos de atraso e tem uma letra do mais cliché que pode existir. O único ponto positivo é mesmo o seu intérprete que é bastante carismático e telegénico.

2 pontos


João Duarte - A proposta islandesa deste ano é provavelmente a pior canção deste país nórdico desde que me lembro de ver a Eurovisão. Uma balada muito cliché que não acrescenta nada ao concurso, bastante esquecível e um pouco antiquada. Certamente que será uma das candidatas a ocupar os últimos lugares da tabela da primeira semifinal.

1 ponto


Mónica Lourenço - Parece a combinação para o sucesso: um puto jeitoso estilo Zac Efron/príncipe da Disney + uma boa voz com amplitude vocal, que consegue brincar com os agudos + uma canção bonitinha sobre paz e amor, e que diz que tudo é possível, e que podemos escolher fazer a diferença. Mas, por incrível que pareça, não consigo gostar muito do resultado. É mais do mesmo, parece que estou nos ídolos e, no inicio, arrisco-me a dizer que me sentia num bar de karaoke. Sorry, príncipe da Islândia. Não chegou ao coração. Talvez seja o sorriso fake, não sei. Fora da final, para mim.

4 pontos


Nelson Costa - Ari Ólafsson canta “Our choice” com uma doçura, uma simpatia e uma segurança na voz que merecem o destaque. Contudo, este é o único ponto que entendo como sendo positivo. Não sou propriamente um fã destas canções de temática e sonoridade “cliché”. Chega a ser datada e repetitiva, sem nada que seja único e distintivo. Acaba por ser esquecível… penso que não irá longe na competição.

4 pontos


Pedro Caramba - Esta canção não me convece, não me agrada o directo do cantor. Gosto do instrumental, mas acho que o cantor não segura bem a voz em directo. Para mim, ficará nas semi-finais.

1 ponto





Total: 103 pontos

3 comentário(s):

  1. Cheira-me que chegará á final!

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  2. Islandés islandés... Que má opção cantar esta canção na final em inglês. Personalmente gosto muito mesmo muito da versão original em islandés. Em inglés é uma balada mais que faz-nos retroceder no tempo aos anos noventa e por isso é a segunda canção confirmada (junto com Albânia) a ficar pelo caminho do esquecimento no dia 8 de Maio. (Azerbaijão necessito ainda evaluar a encenação mas sabeis que, pela canção por mim também fica pela semi).
    O Ari é um miúdo atractivo, com presença, com um timbre agradável e uma canção amorosa mas que não invoca a que a sua canção seja a «our choice». 2 pontos e mais não posso atribuir por cantar em inglês.

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  3. Das 3 composições apresentadas é a mais musical e logo a que os meus ouvidos recebem com mais agrado. O jovem intérprete tem um timbre aceitável e sabe apresentar-se. Considero até que é a melhor proposta da Islândia dos últimos anos. Dou 6 pontos e tinha pena que o rapazinho não passasse à final.

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